terça-feira, 27 de setembro de 2016

Cientistas encontraram planetas provavelmente habitados




Os astrônomos descobriram oito novos exoplanetas que podem ser capazes de suportar a vida como a conhecemos, incluindo dois mundos alienígenas que, segundo eles, são parecidos com a Terra.
Todos os oito planetas recém descobertos parecem orbitar na zona habitável da sua estrela ‘- esse intervalo de distância pode permitir que a água líquida exista na superfície de um planeta – e todos eles são relativamente pequenas, disseram os pesquisadores.
“A maioria desses planetas têm uma boa chance de ser rochoso, assim como a Terra”, disse o principal autor do estudo, Guillermo Torres, em um comunicado.
Os mundos recém-descobertas foram todos detectados pelo telescópio espacial Kepler, da NASA, Em seguida, observações realizadas através de outros telescópios confirmaram as informações.
Embora nenhum dos oito seja uma “Terra alienígena”, dois deles – conhecidos como Kepler-438B e Kepler-442b – se destacam por suas semelhanças com o nosso planeta (embora ambos os mundos orbitam anãs vermelhas, estrelas que são menores que o Sol).
O Kepler-438B, que fica a 470 anos-luz do nosso sistema solar, é apenas 12 por cento maior que a Terra e tem uma chance de 70 por cento de ser rochoso, disseram os membros da equipe de estudo. O planeta completa uma órbita a cada 35 dias, e recebe cerca de 40 por cento mais energia da sua estrela do que a Terra recebe do sol.
O Kepler-442b é cerca de um terço maior que a Terra, e tem uma chance de 60 por cento de ser rochoso. O período orbital do exoplaneta é de 112 dias, e recebe cerca de dois terços da quantidade de energia que a Terra recebe do sol, disseram os cientistas. O Kepler-442b se localiza a cerca de 1.100 anos-luz da Terra.
Por mais intrigantes que esses dois mundos sejam, não há qualquer garanta de que um deles possa realmente abrigar vida, salientaram os pesquisadores.
“Nós não sabemos com certeza se qualquer um dos planetas em nossa descoberta são verdadeiramente habitáveis”, Disse David Kipping, co-autor da pesquisa, no mesmo comunicado. “Tudo o que posso dizer é que eles são candidatos promissores.”

Cirurgião quer fazer transplante de cabeça



 

Um cirurgião italiano chamado Sergio Canavero está planejando realizar uma cirurgia arriscada e que nunca foi feita com sucesso até hoje.  Ele pretende transplantar a cabeça de um paciente tetraplégico para o corpo saudável de outro paciente com morte cerebral. Não é necessário nem dizer que muita gente está achando a ideia toda muito mirabolante e completamente irreal. Mas Canavero não parece estar brincando com isso. Ele inclusive já conseguiu um voluntário.
Valery Spiridonov, de 31 anos, teria se voluntariado a passar pelo procedimento, uma vez que sofre de uma doença terminal que ataca seus músculos, chamada Síndrome de Werdnig-Hoffman. Em entrevista ao Russia Today, Spiridonov se mostrou bastante animado com a novidade. “Tenho muito interesse em tecnologia e qualquer assunto progressivo que possa mudar a vida das pessoas para melhor. Fazer isso é uma grande oportunidade para mim, mas também criará uma base científica para futuras gerações, independente de qual seja o resultado”, declarou.

E o novo corpo?

Apesar de Spiridonov já ter se voluntariado a passar pelo procedimento, Canavero ainda não encontrou o corpo para o qual ele deve ser transplantado. Fora isso, existem discussões éticas sobre utilizar um corpo inteiro, com vários órgãos que poderiam salvar a vida de diversas pessoas, em um procedimento que beneficiaria somente um paciente.
O paciente teria 90% de chances de sobreviver e conseguir controlar o novo corpo
De qualquer maneira, o cirurgião já tem quase tudo planejado para realizar o trabalho e publicou uma série de artigos sobre estudos que ele tem feito nessa área, explicando extensivamente como deve proceder durante a cirurgia.
Canavero afirmou também que toda a tecnologia necessária para a operação já está disponível, e seriam necessárias 36 horas de trabalho para completá-la com uma equipe de 150 médicos. Ao final, o paciente teria 90% de chances de sobreviver e conseguir controlar o novo corpo, o que é uma aposta bem alta em se tratando de algo completamente novo e muito arriscado.

Congelados

Para fazer isso funcionar, Spiridonov seria resfriado a baixas temperaturas para evitar danos cerebrais e teria sua cabeça separada do corpo em fases. Quando chegasse às artérias e veias, a cabeça seria ligada a tubos e máquinas para manter a circulação sanguínea.
Algo parecido seria feito com o corpo da vítima de morte cerebral. Depois que tudo estivesse pronto, Spiridonov seria mantido em coma induzido por várias semanas para que houvesse tempo de sarar os ferimentos e também de a coluna e a medula ficarem completamente unidas.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

NASA faz revelação alarmante sobre o fim da água na Terra




A notícia é bem preocupante mesmo, e veio diretamente do Jet Propulsion Laboratory da Nasa. Segundo o famoso jornal norte-americano 'The Washington Post', a água do nosso planeta deve acabar muito antes do que os cientistas calculavam anteriormente.

Reservat?rios mundiais de ?gua


O estudo foi feto através da análise de fotos de satélite, que revelaram uma situação muito mais grave do que se pensava. Jay Famiglietti, lider da equipe de pesquisadores, afirmou que a situação é crítica, e diz que a água já está desaparecendo em níveis alarmantes. Segundo os estudos, o nível de mais da metade dos maiores aquíferos subterrâneos do planeta está diminuindo exponencialmente.

Os estudos também mostraram que pelo menos 20 dos 37 aquíferos mais importantes do mundo já ultrapassaram o ponto crítico de sustentabilidade, e dentre esses 20, 13 já estão quase desaparecendo por completo, ou seja, estamos consumindo mais água do que a maior parte das reservas são capazes de suprir, e isso significa que esses reservatórios não devem sobreviver muito tempo.

Len??is subterr?neos
                               

Os aquíferos estudados representam cerca de 35% da água usada pelos seres humanos, e essa demanda só está aumentando. No estado norte-americano da Califórnia, por exemplo, 65% dos aquíferos estão sendo utilizados para consumo, já que os rios e reservas na superfície já não dão mais conta da demanda. E devido ao aumento da população mundial, a situação deve piorar: segundo as previsões mais pessimistas, dentro de poucos anos os reservatórios estarão extintos.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

O diário de Anne Frank é uma farsa?


Especulações alegam que o pai ou um dos seus funcionários forjou o mais famoso livro infanto-juvenil da 2ª guerra.

Nascida em 12 de junho de 1929, Anneliese Marie Frank passou dois anos da adolescência escondida com sua família em uma casa secreta, nos fundos de uma empresa, para fugir da perseguição nazista na Holanda. Lá, ela teria escrito um diário. Descobertos em agosto de 1944, os Frank foram levados para um campo de concentração, onde Anne morreu de tifo.
Único sobrevivente da família, o pai Otto voltou a Amsterdã e reencontrou Miep Gies, uma ex-funcionária que havia ajudado no período de reclusão. Ela guardara os pertences da família não levados pelos nazistas, incluindo os três cadernos do diário. Eis a primeira desconfiança: céticos o consideram improvável que a Gestapo não confiscasse qualquer tipo de manuscrito.
Oito descobriu duas versões do diário. Nos primeiros meses, Anne escreveu livremente sobre o que pensava e sentia Mas, quando ouviu no rádio clandestino que um membro exilado do governo Holanda prometia publicar os relatos dos sobreviventes, ela reescreveu o texto, usando nomes falsos e reestruturando os textos como se fossem cartas ( para pessoas fictícias)
Otto admitiu que fundiu as duas versões e retirou trechos mais pesados. Mas, por causa das alterações e do teor maduro, várias editoras recusaram a obra (chamada então de O Anexo).
Críticos também usam esses dois argumentos como indício de que, na verdade, Otto inventou tudo. O livro só saiu em 1947 e depois foi lançado em inglês como o diário de uma jovem.
O escritor Meyer Levin, dos EUA, foi o primeiro a tentar adaptá-lo para o teatro. Uma teoria alega que, na verdade, ele foi o verdadeiro autor da obra original- o que ajudaria a explicar sua alta qualidade literária. E mais: o romancista teria processado Otto para receber pela autoria. O pai de Anne supostamente teria pago U$$ 50 mil de indenização.
Uma terceira teoria da conspiração alega que o real autor sem seria Otto nem Meyer, e sim a funcionaria Miep, que havia achado o diário. Além disso, há alegação de que havia marcas de edição no manuscrito original feitas com caneta esferográfica- que não existia na época. Ou seja, sua confecção teria acontecido bem depois da 2ª guerra mundial.
O fracasso inicial do livro também é citado pelos conspirólogos como sinal de que a origem da obra não é muito clara. Eventualmente, ela se tornou best-seller e hoje sustenta a fundação Anne Frank. A própria fundação declarou, em 2015, que o livro é uma coautoria entre Anne e Otto. Seria a confissão de que a garota não escreveu livro algum?
Por outro lado, a análises dos originais comprovam a autenticidade da obra.
• Via de regra, os céticos que duvidam da autenticidade do diário são neofascistas ou neonazistas, que também cometem graves atrocidades intelectuais, como defender o racismo e negar o Holocausto de 6 milhões de judeus durante a 2' Guerra Mundial
• Em diferentes ocasiões os diários foram submetidos a técnicos independentes, que puderam analisar a caligrafia de Anne Frank em cartas anteriores. Também puderam pesquisar o papel, a tinta e a cola usada na encadernação das páginas. Todos os laudos, desde a década de 1950, comprovam: o diário é autêntico.
• Os tais rabiscos de esferográfica simplesmente nunca foram encontrados nos originais. É pura boataria, que continua se propagando.
• Meyer, de fato, processou Oito. Mas alegando que outra adaptação para a Broadway, autorizada pelo pai de Anne, era plágio da peça que ele havia escrito (e jamais havia sido encenada). Meyer venceu o caso, mas nada disso indica que tivesse sido o verdadeiro autor do diário.
• O argumento da coautoria, lançado pela Fundação Anne Frank, tem um objetivo claro: estender a duração dos direitos autorais exclusivos da obra, cujo prazo agora passaria a ser contado a partir da morte de Oito em 1980, e não da de Anne, em 1945.
Fonte: revista mundo estranho, agosto, 2016.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Os 10 Filmes Mais Polêmicos da História


A polêmica é algo realmente peculiar, pode ser intencionalmente gerada, no intuito do seu causador querer chamar atenção, ou naturalmente acontecer, isso por atingir classes ou ofender convenções sociais. Inúmeros livros, que tratavam dos mais variados temas, foram censurados pela Igreja em séculos passados e até hoje tais conteúdos são proibidos por lei. Quando a ideia é acompanhada do grafismo, a coisa se agrava ainda mais, o caso das muitas histórias em quadrinhos eróticas que nem sequer foram oficialmente publicadas. E quando vemos esses exemplos passados através do audiovisual, ficamos ainda mais estarrecidos.

No cinema isso é potencializado, já que, desde a gênese da sétima arte, tivemos títulos que mexeram e até transformaram a estrutura social de algumas nações. No entanto, apesar da maioria desses filmes tratarem de temas delicados como racismo, sexismo e política, outros chamaram atenção por ideias que, de tão insanas, são quase inacreditáveis. Sadomasoquismo, estupro, torturas, pedofilia e necrofilia, enfim, as mais estranhas experiências humanas são evidenciadas por cineastas de várias partes do mundo, que expõem seus pensamentos mais obscuros. Alguns ultrapassam os limites, e pagam o pato por isso.

Por curiosidade, tendo como base os pontos de vista desses artistas e também aproveitando o lançamento do polêmico ‘Love 3D‘, da comentada adaptação de Cinquenta Tons de Cinza ou mesmo do recente A Entrevista, o CinePOP resolveu fazer uma lista com os longas que mais causaram euforia e chocaram o mundo, por conceitos bizarros e agressivos.


Ah, como vocês irão perceber, não citaremos aqui nenhum trabalho, em especial, do dinamarquês Lars von Trier. Não que estes não tenham sido causa de comentários e discórdias, pelo contrário, apontar apenas um deles seria um tanto partidário, melhor lembrar então o próprio sujeito, que, propositalmente ou não, tornou-se a figura mais polemica dentro da mídia. Logo, pedimos que também citem nos comentários os filmes que mais impressionaram vocês.

10 – A Paixão de Cristo (2004)


Proibido na Malásia e em países de consciência religiosa mais ortodoxa, além de causar desespero em grande parte do público, a versão de Mel Gibson a respeito das últimas 12 horas de Jesus Cristo chocou o mundo pela sanguinolência, crueza e sofrimento nunca antes visto nesse conto. Inúmeras pessoas saíram das salas antes do fim da sessão.


9 – O Massacre da Serra Elétrica (1974)


Quando Tobe Hooper fez em 1974 sua obra mais emblemática, The Texas Chain Saw Massacre (no original), imaginava estar criando um ícone do terror, que teria uma classificação indicativa relativamente média, já que não aposta muito no gore ou nudez, mas sim na tensão, energia e maluquice latente. Mas além de pegar um NC-17, o longa foi censurado em várias regiões.

8 – O Exorcista (1973)


Mais adiante de toda mística envolvendo a produção, dos acidentes que aconteceram durante as filmagens e da perseguição de religiosos com a atriz Linda Blair – onde a Warner teve que contratar seguranças para proteger a garota -, o cineasta William Friedkin foi acusado de usar o título para fins libidinosos e satanistas. Foi também proibido em algumas cidades.

7 – Laranja Mecânica (1971)


Muitos dizem que o filme foi banido no Reino Unido, e não é verdade (foi sim na Irlanda, Malásia, Cingapura, Argentina, Brasil, Chile e Coreia do Sul), o que realmente aconteceu é que, além de ter sido massacrado pela crítica, esse grande trabalho de Stanley Kubrick foi acusado de fazer apologia à violência e ser o causador do surgimento de várias gangues. Irritado com a repercussão, em 1973, o cineasta resolveu impedir que o filme continuasse em exibição nos cinemas. Mas até hoje a obra traz debates calorosos.

6 – O Nascimento de Uma Nação (1915)

D. W. Griffith fez nada mais, nada menos que uma glorificação a seita Ku Klux Klan, os colocou como grandes salvadores de uma nação, como também dizia que os negros eram os inimigos reais do progresso americano. Mesmo tendo que se “explicar” depois, fazendo até um épico chamado Intolerância (1916), Griffith ficou marcado na história por fazer uma obra assumidamente racista.

5 – A Serbian Film: Terror Sem Limites (2010)


Um péssimo filme que, por ter um apelo intencionalmente polêmico, ganhou mais destaque do que merecia. Mas é inegável o quão repugnante é a tal coisa. Inúmeras cenas de violência sexual, com penetrações das mais bizarras possíveis e algo que vai além do nome tenebroso: uma cena de estupro envolvendo um bebê. Não merece ser visto, nem mesmo por curiosidade.

4 – Nekromantik (1987)


Acredito que só pela sinopse você já vai sentir náuseas: “Robert Schmadtke trabalha em uma empresa de limpeza de cadáveres. Depois de um incidente macabro, ele resolve levar para casa um cadáver, afim de fazer um ménage à trois necrófilo com sua esposa. As coisas se complicam quando a mulher se apaixona pelo morto.” O troço traz algo que vai de crueldade com animais a automutilações. Assim, além de não ter seu filme exibido em lugar nenhum, o diretor chegou a ser processado por causa da película. O filme ficou esquecido e só apareceu anos depois, no lançamento em DVD, conquistando os mais “adeptos do gênero”.

3 – Holocausto Canibal (1980)


“DEVASTADOR”, essa era e é a palavra que mais se ouve quando se fala em Holocausto Canibal. Um dos percussores do found footage, este longa italiano trazia a história de uma bizarra tribo que comia humanos e fazia as barbaridades inconcebíveis, como, por exemplo, empalar as vítimas. O diretor, Ruggero Deodato, foi preso na época por crime de obscenidade e o filme confiscado pela lei.

2 – Salò ou os 120 Dias de Sodoma (1976)


Esse trabalho de Pier Paolo Pasolini, baseado nos escritos do Marquês de Sade, ficou conhecido como o filme mais perturbador da história do cinema. E não só por vermos cenas chocantes de assassinato, estupro e tortura, mas por trazer graficamente o chamado círculo dos horrores. No Círculo das Manias é mostrado os fascistas realizando bizarros desejos sexuais; no Círculo das Fezes vários jovens são obrigados a ingerir literalmente fezes humanas; no Círculo de Sangue vemos presos mutilados de todas as formas, até serem executados. Em suma, não é qualquer um que aguenta algo assim.

1 – A Centopeia Humana 1 e 2 (2011)


Não há nada mais obscuro, bizarro e indecifrável que a mente de um psicopata. Como também nenhuma tortura, fetiche ou dilaceração choca mais que uma ideia completamente doentia. E é aí que reside toda loucura dessa franquia de Tom Six, o insano. Imagine só ser sequestrado e dopado, ter os tendões dos joelhos arrancados, sua boca costurada no ânus de outra pessoa e outra pessoa tendo a boca costurada no seu ânus, criando assim um só tubo digestivo. Agora idealize essa experiência sendo realizada com doze pessoas, tendo como background atrocidades, abortos e assassinatos a sangue frio. Bom, não há mais nada o que dizer, até peço desculpas pela descrição.




 FONTE




os livros mais polêmicos de todos os tempos


Os livros têm um poder inegável. Um bom livro pode trazer alegrias, inspirar mudanças de vida, desenvolver o senso crítico e levar a reflexão. A grande importância dos livros é que eles expressam ideias que são fundamentais para a humanidade. Eles representam nossas lutas, apresentam pontos de vista desafiadores e nos estimulam a desenvolver nossos conceitos. No entanto, algumas pessoas acreditam que certas questões nunca devem ser exploradas.


Confira a seguir alguns livros considerados "controversos" na época em que foram lançados e causaram polêmica com as ideias apresentadas.


1. A Origem das Espécies, de Charles Darwin

Você pode argumentar que a ciência não é um tema ofensivo, mas isso não impediu que a imortal teoria de Charles Darwin sobre a evolução e seleção natural fosse considerada polêmica. As instituições cristãs condenaram o livro, uma vez que ele contradiz a visão criacionista. O próprio Darwin não acreditava que a evolução e a noção de um criador eram mutuamente exclusivas, mas este ainda é um tema polêmico.

2. O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger

A obra conta a história de um jovem de 16 anos que luta contra a angústia adolescente e lamenta o mundo ao seu redor. No livro existem muitas passagens sobre cigarro e álcool, e uma boa dose de blasfêmia e atitudes subversivas. Nos Estados Unidos, um professor de Inglês foi demitido por indicar a obra para leitura.

3. Os 120 Dias de Sodoma, de Marquês de Sade

Basicamente, o livro retrata a exploração do lado mais escuro da natureza humana e, especialmente, de perversão sexual. Na obra, quatro libertinos franceses capturam algumas adolescentes, e durante 120 dias torturam, humilham e estupram as jovens. Este livro foi recentemente banido na Coréia do Sul, e não foi publicado na Grã-Bretanha até 1954, apesar de ter sido escrito no século XVIII.

4. O Amante de Lady Chatterley, de D. H. Lawrence

O livro detalha momentos eróticos da protagonista com seus guardas, e foi considerado demasiadamente explícito e obsceno, ao ser publicado. No entanto, a editora Penguin ganhou o caso judicial e a obra de D. H. Lawrence foi um bestseller. A vitória foi um momento histórico para a indústria editorial, porque a censura de livros tornou-se mais difícil a partir deste momento.




5. Lolita, de Vladimir Nabokov

No livro, o narrador se casa com uma mulher para ter acesso à sua filha. Depois de seu lançamento em 1955, este livro foi proibido na França, Inglaterra, Nova Zelândia e Argentina.

6. Os Versos Satânicos, de Salman Rushdie

Publicado em 1988, "Os Versos Satânicos" é considerado controverso por causa de suas atitudes em relação ao Islã. Rushdie se refere a Maomé como "Mahound", o que essencialmente significa demônio. Cópias foram queimadas, vários protestos foram realizados e até mesmo um tradutor do livro foi morto. Rushdie passou pouco menos de uma década sob proteção policial.

7. O Psicopata Americano, de Bret Easton Ellis

O Psicopata Americano é um livro sobre a atmosfera masculina no mundo dos negócios corporativos dos Estados Unidos. A obra causou uma enorme polêmica em 1991 devido ao seu conteúdo gráfico e assustador. O livro conta a história de Patrick Bateman. O personagem é meticuloso em sua descrição das coisas cotidianas, mas por outro lado, ele é selvagem, grotesco e feroz quando tortura, mutila, mata e até mesmo comer suas vítimas.

8. The Anarchist Cookbook (O Livro de Receitas Anarquista), de William Powell

Powell escreveu "The Anarchist Cookbook" aos 19 anos, quando ele estava na Guerra do Vietnã. Este livro é muito anti-governo, e inclui coisas como uma receita para bombas.



 fonte:

http://noticias.universia.com.br/tempo-livre/noticia/2013/03/07/1009460/conheca-os-livros-mais-polemicos-todos-os-tempos.html

5 coisas que você não sabia sobre Iwo Jima


Isso é como lutar numa mesa de sinuca” – Primeiro-Tenente Raoul J. Archambault. 
Waterloo, Antietam, Khe Sahn, Iwo Jima: Esses são os tipos de local que geralmente não ocupam espaço nos livros de história, exceto pelos dias em que dois exércitos lá colidiram, para a glória de um e a desonra do outro.
Crescendo na década de 1930, quantos garotos norte-americanos pelo menos sabiam da minúscula ilha vulcânica no Pacífico conhecida como Iwo Jima? Provavelmente nenhum dos quase 7.000 soldados americanos mortos lá em 1945 já tinha ouvido falar dela. Hoje, como território sagrado, um lugar que define o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, tornou-se o local da icônica fotografia ganhadora do Pulitzer e de incontáveis relatos ficcionais. Para aqueles que lutaram lá, e para alguns historiadores, a batalha tem significância igual à dada a Gettysburg por Abraham Lincoln.
Como os dois países contendores reconhecem o 65º aniversário da decisiva batalha, apresentamos cinco fatos que você não sabia sobre a Batalha de Iwo Jima:
1-A Batalha de Iwo Jima foi responsável por 1/3 de todas as Medalhas de Honra para os fuzileiros americanos na Segunda Guerra Mundial.
A primeira coisa que você não sabia sobre a Batalha de Iwo Jima é que ela simplesmente significa a identidade do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos.
A Medalha de Honra foi instituída em 1861 por uma moção do Senado e aprovada como lei pelo presidente Lincoln, autorizando que “medalhas de honra” fossem produzidas e distribuídas àqueles soldados americanos que “se distinguissem por sua coragem em ação”. A Medalha foi concedida mais de 3.400 vezes desde então, incluindo 464 durante a Segunda Guerra. Dessas, 82 foram entregues a fuzileiros durante o conflito, sendo que 23 deles a receberam por coragem mostrada durante a Batalha de Iwo Jima. As citações são extraordinárias, como as dos Soldados William Caddy e James La Belle: ambos se jogaram sobre granadas japonesas para salvar as vidas de seus amigos. Ou então a do Sargento William Harrell: sua defesa de um posto custou-o ambas as mãos, por duas granadas diferentes, e ele também foi esfaqueado foi um soldado japonês que carregava um sabre.
2-A Batalha de Iwo Jima foi a mais custosa para o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA. Fato.
No dia em que a batalha começou, o Tenente-General Holland Smith fez uma previsão que pode ter soado inacreditável para aqueles ao seu redor. Ele previu que a tomada de Iwo Jima poderia custar cerca de 15.000 baixas americanas. Na verdade, o total seria ainda maior; a batalha gerou baixas de 1 em cada 4 soldados, uma taxa estarrecedora quando você leva em consideração que as forças envolvidas aproximavam-se de 100.000. Mais de 23.000 deles eram fuzileiros, que tiveram quase 6.000 mortos, fazendo dela a mais custosa batalha da história do Corpo de Fuzileiros Navais. Por outro lado, as forças japonesas eram estimadas em 21.000 no começo da batalha. Somente 1.000 foram feitos prisioneiros; os outros 20.000 foram mortos ou cometeram suicídio.
3-Os EUA devolveram a ilha ao Japão.
A posse norte-americana de Iwo Jima durou apenas 24 anos. Em 1968, o Primeiro-Ministro Eisaku Sato foi aos Estados Unidos, e o presidente Johnson devolveu ao Japão um conjunto de pequenas ilhas tomadas durante a guerra, incluindo Iwo Jima. Todos os anos, veteranos americanos e japoneses retornam à ilha para uma reunião.
4-Dois soldados somente se renderam em 1949.
As forças japonesas foram superadas em número pelas norte-americanas por uma margem de cinco para um, mas tiveram tempo de fortificar a ilha e preparar-se para a batalha. O resultado foi um complexo de labirintos de túneis e cavernas cavado bem fundo na ilha.
Esses túneis eram tão complexos e não bem-preparados que pelo menos dois soldados japoneses que lutaram na batalha em 1945 foram capazes de viver nas cavernas e evitar a captura pelas forças de ocupação americanas por quase cinco anos.
5-Os codificadores Navajo foram creditados com a vitória na Batalha de Iwo Jima.
Em “The Code Book”, o autor Simon Singh relata que os codificadores Navajo(membros da tribo Navajo que passavam mensagens usando um código baseado em seu dialeto tribal) em Iwo Jima trabalharam infalivelmente e cita que o Major-General Howard Connor disse: “Sem os Navajos, os fuzileiros nunca teriam tomado Iwo Jima”. O Tenente-General Seizo Arisue, chefe da inteligência japonesa, admitiu após a guerra que, enquanto eles já tinham quebrado o código da Força Aérea, falharam em quebrar o código Navajo, fazendo dele um dos poucos e seletos códigos que entraram inquebráveis para a história.
 
 fonte:
 
 
 
Fonte: Ask Men, 27 de março de 2010.